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Transversalidade entre cultura e turismo em Minas


Nós, mineiros, possuímos uma forma muito nossa de subsistir e coexistir no mundo: a mineiridade, particularidade essa descrita de forma majestosa por Guimarães Rosa em sua obra. Ela está presente em nossas cozinha, arte, história, cidades e em nossa forma de ver e de se portar diante do mundo.

Em 2019, um dos maiores jornais do país realizou pesquisa pátrio acerca de qual era o melhor Estado para se viajar no Brasil. Minas ficou em primeiro lugar, devido aos seus cenários históricos – formosura oriundo, cozinha mineira e cultura – essa última, obra de todos que para cá vieram o longo desses 300 anos e dos que cá estamos. 

Todo esse legado de 300 anos de história, a ser completado no dia 2 de dezembro próximo, nos deixou o mais significativo patrimônio histórico do país. São quatro Patrimônios Culturais da Humanidade: Pampulha, Ouro Preto, Congonhas, Diamantina. Tanto é que 62% do patrimônio cultural tombado do país está em Minas Gerais. Sendo assim, o turismo cultural é responsável por 71% do perfil que nos visitante, em recursos econômicos, gerando em torno de R$ 20 bilhões anuais de movimento na economia mineira.

Possui ainda imenso potencial de prolongamento, sobretudo num mundo que procura experiências, e isso só a cultura pode dar de forma plena. Nesses termos, o Giro Liberdade, que é o maior multíplice de arte e cultura do país, foi estruturado agora porquê resultado turístico. Depois o decreto governamental do dia 30 de outubro, Belo Horizonte se transformou num dos maiores complexos de turismo cultural do mundo, ligando-se ao entorno rico em cachoeiras, parques, povoados. 

O turismo de façanha, porquê o ciclismo, tem possante poder de prolongamento. Dados do Google dão conta de que hoje, no mundo, 62% das buscas referem-se ao turismo de façanha. Em Minas, na região metropolitana da capital, é clara essa vocação, haja vista que temos um infinidade de trilhas conectadas nas montanhas do entorno de Belo Horizonte, ainda permeadas pela cozinha mineira – além de sua vertente contemporânea – e rica gastronomia mundial nos restaurantes da capital.

No interno, as maravilhas das águas, das guloseimas regionais, queijos milénio, da Estrada Real e do Entupido. Por outro lado, o turismo rústico propicia inúmeras possibilidades de experienciar nossa cultura originária que se mantém viva no folclore lugar. Tudo isso, de forma transversal com o turismo, é potência de geração de serviço e renda, evidente, está para além de sanar a espírito: particularidade que perpassam as duas disciplinas, cultura e turismo.

O Rodeio Liberdade, porquê política pública estruturante no turismo ganha novos contornos e uma novidade finalidade. Ele não se fecha em si mesmo, e, ao contrário se conectará aos outros 46 singulares circuitos turísticos do Estado, desde a serra da Canastra às águas benditas do Sul de Minas e de Furnas, passando pela possante tradição cultural do Jequitinhonha, às belezas da região mediano e todos seus atrativos. O giro quer ainda relação orgânica ao entorno da capital, a parques, Inhotim, Ouro Preto e Mariana, e na região metropolitana a Santa Luzia e seu belíssimo meio histórico e a Sabará, uma das primeiras cidades de Minas.

Na capital, a Pampulha, Patrimônio da Humanidade pela Unesco, junta-se a esse contexto, criando um envolvente favorável para a retomada e opção de incremento sustentável balizado no que temos de melhor, a mineiridade. Entrelaçados todos pela um cozinha mineira, elemento fundante na nossa forma de receber, viver e compartilhar, em volta das mesas e do lume, um atrativo delicadamente charmoso e diferenciado. Minas Gerais, reforçando a pesquisa torna-se resultado turístico único no país. Investir em turismo e em cultura, acreditamos, será um bom negócio porquê opção aos mercados existentes.

Em que lugar do mundo é provável almoçar em uma cidade barroca, patrimônio da humanidade, e jantar em outro patrimônio em um cenário totalmente oposto com o modernismo da Pampulha? O barroco e o modernismo convivem harmoniosamente em Minas, se redimensionando em toda plenitude e possibilidades de nosso turismo e se completam. Vale ressaltar que Belo Horizonte é ainda Cidade Criativa de Gastronomia da Unesco. A cozinha mineira é responsável por 30% do nosso turismo e é incomparável em seus sabores e heterogeneidade.

Soma-se a isso o indumentária de que Minas detém sozinha mais de 60% de todo patrimônio pátrio tombado, tornando nosso Estado síntese da pátria e da identidade pátrio.
O turismo é uma indústria limpa e, por consequência, a maior parceira da economia criativa e sua extensa calabouço produtiva.

O turismo tem sido, logo, um fator importantíssimo na retomada de nossa economia, gerando tarefa e renda de forma decentralizada e inclusiva. Minas Gerais, potência do turismo de experiência cultural, é uma terreno boa pra visitar, viver e investir e tempos mais areados nos esperam em breve. 





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