Please enable / Bitte aktiviere JavaScript!
Veuillez activer / Por favor activa el Javascript![ ? ]
Santa Luzia Empresas - Se guia Comercial Luziense
Email: Senha:    
 
     
Esqueceu a senha??
Você esta em: Home » $title » Tcu-ve-caso-grave-e-pode-afastar-autor-de-documento-citado-por-bolsonaro.html


Home

TCU vê caso grave e pode alongar responsável de documento citado por Bolsonaro


O tribunal informou que será instaurado “procedimento interno para apurar se houve alguma inadequação de conduta funcional no caso”

O TCU (Tribunal de Contas da União) poderá alongar o servidor que inseriu documento com informações distorcidas sobre a Covid dentro do sistema do órgão. Os dados foram usados pelo presidente Jair Bolsonaro para, sem prova, sugerir supernotificação de óbitos pela pandemia no Brasil.

O ministro-corregedor do tribunal, Bruno Dantas, afirma que as informações já levantadas sobre o caso são “graves”. A expectativa é que ele proponha a brecha de processo disciplinar.

O auditor Alexandre Figueiredo Costa Silva Marques incluiu no sistema, no domingo (6), documento não solene com os dados distorcidos, conforme divulgou a revista Crusoé.

“Os fatos até cá apurados pela Corregedoria são graves e será necessário aprofundamento para calcular a sua real dimensão. Ainda é cedo para extrair conclusões, mas se permanecer comprovado que o auditor utilizou o incumbência para induzir uma risco de fiscalização orientada por convicções políticas, isso será punido exemplarmente”, disse Dantas.

Também há requerimento do senador Humberto Costa (PT-PE) para convocar Marques à CPI da Covid.

O TCU desmentiu na segunda-feira (7) a enunciação de Bolsonaro de que o tribunal produziu relatório afirmando que “50% dos óbitos por Covid não foram por Covid”. O órgão disse, em nota, que não elaborou o documento.

O tribunal informou que será instaurado “procedimento interno para apurar se houve alguma inadequação de conduta funcional no caso”.

Segundo o TCU, o documento era uma estudo pessoal de um servidor, que havia sido compartilhada para discussão e não integrava processos oficiais. “Ressalta-se, ainda, que as questões veiculadas no referido documento não encontram respaldo em nenhuma fiscalização do TCU”, afirmou o órgão. A reportagem não conseguiu contato com o servidor.

Depois ser desmentido, Bolsonaro disse nesta terça-feira (8) que errou ao atribuir à golpe o documento, mas insistiu que há indícios de supernotificação das mortes por coronavírus no país. Ele disse ter acionado a CGU (Controladoria-Universal da União) para investigar essas suspeitas.

“O TCU está patente, eu errei quando eu falei tábua, o evidente é acórdão”, disse Bolsonaro em conversa com apoiadores ao deixar o Palácio da Alvorada, a residência solene da Presidência.

Mais uma vez, porém, ele não apresentou nenhuma prova que embase a asserção –ao mencionar indícios, citou exclusivamente “vídeos no WhatsApp”.

Em seguida, o presidente fez referência a uma lei de 2020 que estabelece que a separação de secção dos recursos federais enviados a estados e municípios no ano pretérito deveria seguir o critério de taxa de incidência da doença nas unidades da Federação.

“O próprio TCU dizia que essa lei complementar poderia incentivar uma prática não desejável de supernotificação de Covid para aquele estado ter mais recurso. A tábua quem fez fui eu, não foi o TCU.”

O TCU elaborou um acórdão em outubro de 2020 em que afirma que os critérios de transferência de recursos adotados pelo Ministério da Saúde aos estados e municípios, com base no número de infectados, poderia, em tese, levar qualquer gestor a exaltar artificialmente as notificações.

De tratado com um dos ministros do tribunal, essa secção do texto, feita por técnicos, tratava de uma hipótese não comprovada pela veras.

Além de não questionar o número solene de óbitos pela Covid no Brasil (hoje superior a 470 milénio), o documento do TCU indica em diferentes trechos que pode possuir inclusive subnotificação de casos da doença no Brasil.

Nesta terça-feira, em frente ao Alvorada, Bolsonaro insistiu na tese de que há “sinal enorme” de supernotificação de casos de Covid no Brasil. O objetivo dos estados, segundo ele, seria acessar mais recursos enviados pelo governo federalista.

Ele citou dados de mortes anuais no Brasil e afirmou que pediu uma investigação da CGU sobre o caso. “Isso leva a um sinal enorme no sentido de que houve sim supernotificação pela prática indesejável, apontada por acórdão do TCU, que isso poderia sobrevir para governadores conseguir mais recursos.”

Também para justificar os supostos indícios, o presidente mencionou “vídeos no WhatsApp”. “[Para] a CGU fazer logo um trabalho em cima disso aí. É um sinal fortíssimo, vocês devem ter visto muitos vídeos no WhatsApp [de] pessoas falando ‘meu pai, meu avô, meu tio, meu irmão não morreu de Covid’. E botaram Covid por quê? Poderia estar havendo, porquê o próprio TCU previu –não tábua, em acórdão– que isso ia ocorrer. Acho que agora está justificado o que foi fal ado ontem, que a gente pode errar. Eu não tenho compromisso com o erro, não tem problema nenhum”, concluiu.





Manancial Notícia -> :Fonte Notícia


Todos os direitos Reservados   © - 2021| Hospedado em: Hospedeme  Rss Facebook Siga-me no Twitter You Tube
Desenvolvimento F7 Sistemas
Pinterest