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Setor de bares critica restrição para venda de bebida alcoólica em BH


A partir da próxima segunda-feira (1º), estabelecimentos poderão voltar a funcionar, mas com comercialização de bebida até as 15h

As entidades que representam o negócio de Belo Horizonte comemoraram os avanços na flexibilização, mas voltaram a pedir mais espeque do poder público para o enfrentamento da crise provocada pela pandemia. Já o setor de bares e restaurantes lamentou a proibição de venda de bebidas alcoólicas na secção da noite — a comercialização poderá ocorrer exclusivamente até as 15h, de segunda a sábado. Na próxima segunda-feira (1º), as atividades não essenciais voltam a funcionar na capital.

“É um momento extremamente importante para o negócio. Nós estamos tratando de vidas, mas o negócio também é vida. A cidade vive em função do negócio, que é a atividade que mais emprega. O mercador está sem fôlego financeiro”, afirmou o vice-presidente do Sindicato de Lojistas de Belo Horizonte (Sindilojas-BH), César Albuquerque.

Para o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) em Minas Gerais, Matheus Daniel, a restrição de horário para a comercialização de bebida alcoólica vai prejudicar os estabelecimentos.

“A gente não pode negar que foi um progressão dissemelhante da primeira flexibilização, quando bares e restaurantes não foram incluídos. Adianta para secção do setor, para o pessoal que vende almoço é bom, mas para o pessoal que depende da noite, isso não é suficiente. Estamos com 84% das empresas prestes a quebrar por motivo dessas restrições”, disse. Segundo ele, a venda de bebida alcoólica equivale a respeito de 60% do faturamento dos restaurantes. “Mas, se eles não vendem a bebida, não vendem os outros 40%”, completou.

O presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Belo Horizonte e Região Metropolitana (Sindbares), Paulo César Pedrosa, cobrou a extinção de taxas municipais pela prefeitura. “O que resolve é a eliminação das taxas e a isenção de IPTU pelo menos por seis meses”, disse.

Segundo o secretário municipal de Quinta, João Fleury, no momento, a prefeitura não trabalha com a teoria de isenção de tributos. O que o município anunciou até o momento foi a prorrogação, para a partir de 30 de dezembro deste ano, do prazo de pagamento das parcelas do IPTU e das taxas municipais de 2020 para as empresas que tiveram as atividades suspensas por desculpa da pandemia.

“A prefeitura está com um grupo de trabalho constituído envolvendo várias secretarias para rever preços públicos e taxas voltadas para o negócio. O objetivo é desonerar essas atividades e permitir que o empreendedorismo possa ser feito com menos despesas e custos”, afirmou. As medidas serão informadas pela prefeitura no dia 10 de fevereiro.

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