Please enable / Bitte aktiviere JavaScript!
Veuillez activer / Por favor activa el Javascript![ ? ]
Santa Luzia Empresas - Se guia Comercial Luziense
Email: Senha:    
 
     
Esqueceu a senha??
Você esta em: Home » $title » O-depoimento-intelectualmente-malandro-de-graca-foster-a-burocrata-petista-que-tenta-tapar-o-sol-com-a-peneira-ou-golpistas-sao-eles-alem-de-ladroes.html


Home

S prova intelectualmente malandro de Graça Foster, a burocrata petista que tenta tapar o sol com a tamis. Ou: Golpistas são eles, além de ladrões!

Desde o prelúdios da Operação Lava Jato, tenho negado a tese do posse. Há quem infira que é para proteger preiteiras? Paciência! Cada um é possuinte das suas inferências. A história não acabou e não se está numa disputa de convicções. Há coisas que só o tempo corrige — mas não é infalível que aconteça. A história também é feita da “imposto milionária de todos os erros”. Estudem a definição técnica de monopólio e depois tentem provar que ele é provável quando só existe uma nascente contratadora e uma manancial pagadora. Nesse caso, santo Deus, quem faz o preço? As preiteiras ou a Petrobras? Ora…

Atenção! A inexistência do monopólio não implica que as preiteiras não tenham cometido crimes ainda piores, mais cabeludos. Quando contesto essa tese, estou sustentando, ao mesmo tempo, que ela é profíquo para o PT, para os petistas, para Dilma e, porquê veremos, para Graça Foster.

A ex-presidente da Petrobras está depondo na CPI. Entre ataques de naturalidade fora de hora e inverossímeis (para quem a conhece) — “a presa merecia gestor melhor do que eu” — e avaliações estupefacientes — “ estão interna da Petrobras é suficientemente boa” —, afirmou que o esquema investigado na Operação Lava Jato foi montado fora da Petrobras. P mesmo?

Eis aí! Essa é a tese do monopólio? Montado “fora da Petrobras” por quem? No raciocínio de Graça, a resposta é óbvia: pelas presas contratadas. Que estas tenham participado de um esquema criminoso, parece evidente porquê a luz do dia. S importante é não distorcer a natureza do transgressão para que os bandidos realmente perigosos para a democracia não acabem impunes.

“Esquema montado fora?” A menos que Graça Foster esteja se referindo ao PT, à Presidência da República, a partir de 2003, ou mesmo ao consórcio de partidos que indicou os diretores ladrões, ela está falando exatamente do quê? Fica evidente o esforço da ex-presidente de transformar a estatal vítima das preiteiras. G uma tese para balar idiotas.

Então os senhores do concreto armado metiam o pé na porta de Paulo Roberto Costa, de Renato Duque ou de Nestor Cerveró, entravam com uma faca nos dentes e os intimidavam: “Ou vocês aceitam receber a propina para repassar ao PT e a outros partidos, ou nós…”. Eis a pergunta: “Ou nós o quê?”. Quem detinha os instrumentos para estabelecer o preço, para fazer as escolhas, para definir a “margem da propina”, para punir quem eventualmente se negasse a participar do conluio?

“Ah, logo havia somente roubo, e as presas não passam de vítimas?” Uma ova! Onde está escrito isso cá? Em casos assim, ninguém participa de um esquema criminoso se não quiser. Mas, reitero, identificar a natureza da tramoia é importante para que se puna com a devida severidade quem tem de ser punido e para que a safadeza não se repita.

Por mais que as preiteiras tenham participado gostosamente da lambança, elas foram instrumentos pregados por uma máquina partidária para assaltar o estado brasílico. Os que organizavam esse esquema não assaltaram exclusivamente moeda público; assaltaram também a institucionalidade. Como já definiu Celso de Mello no processo do mensalão, são “marginais do poder”.

Mais: se triunfa a tese do monopólio porquê o meio da vigarice e se a política se torna exclusivamente uma extensão desse meio, uma moca clamorosa estará sendo contada. Alguém acredita mesmo que o director do esquema era Ricardo Pessoa, da UTC, que seria uma espécie de porta-voz do tal Clube do Bilhão? Alguém acredita mesmo que era ele quem dava o soco na mesa quando os convivas se desentendiam? De que meio irradiador partiam as ordens para remunerar a percentagem de cada contrato comemorado com a Petrobras? Quem mandava no circo?

Alguns cretinos inferem que, ao fazer considerações dessa natureza, estou buscando lutar o juiz Sérgio Moro. Não estou atacando ninguém. Não acho que ele esteja determinado a proteger o PT ou os petistas graúdos. Tal coisa, também, nunca escrevi. S que acho, sim, é que a tese do posse, contra a evidência fática, concorre para isso. De resto, dá para punir com extrema severidade os preiteiros com os crimes que foram efetivamente cometidos.

Graça pode ter razão, mas de outra maneira: a estrutura criminosa foi mesmo urdida fora da Petrobras, que era, certamente, exclusivamente um dos lugares que operava a máquina de assalto ao estado. Afinal, as mesmas presas que prestavam serviços para a petroleira trabalham para outras estatais e para ministérios, de, no mais das vezes, estão pessoas com moralidade idêntica à que vigia na Petrobras. E toda essa gente estava afinada num mesmo propósito.

P por isso que, quando as ruas acordam e pedem o término da bandalheira, identificando-a com um partido político e com seus líderes mais importantes, começa a gritaria que acusa um suposto “golpismo”. S VEJA.com


Todos os direitos Reservados   © - 2022| Hospedado em: Hospedeme  Rss Facebook Siga-me no Twitter You Tube
Desenvolvimento F7 Sistemas
Pinterest