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Santa Luzia Empresas - Se guia Comercial Luziense
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No meu escritório ou no seu?

"Oh abre alas que eu quero trampar”, diz o letreiro neon vermelho próximo ao teto, de de caem luminárias forma de esfera. Abaixo, 65 pessoas trabalham mesas coletivas, rodeadas por pufes coloridos, redes e mesa de pingue­pongue. S envolvente descolado, vizinho aos edifícios do Facebook e do Google, no Itaim Bibi, poderia ser só mais um espaço de trabalho compartilhado São Paulo com decoração da tendência. Mas o invitação para “trampar” toada de marchinha é feito por uma companhia novidade-iorquina, considerada o mais recente fenômeno mundial dos coworkings. Batizada de WeWork, a presa, que monta escritórios para presas e preendedores individuais desde 2010, tem valor de mercado estimado US$ 20 bilhões. Isso significa valer mais que a gigante do setor imobiliário Boston Properties ou o mesmo que a centenária Hilton, dona de mais de 540 hotéis e resorts.

Pode tanger contra-siso, num momento. Afinal, porquê uma companhia tão jovem, ainda chamada de startup por alguns, pode ser mais valiosa que nomes tão tradicionais? A história de presas porquê Uber e Airbnb até explica que idade não é documento. Em poucos anos, a primeira transformou o transporte privado e a segunda revolucionou o jeito de se hospedar. Inovações, portanto. Mas no caso do aluguel de escritórios, o que há de novo para justificar tantos bilhões? Jamie Dimon, o presidente do banco JPMorgan, responde. “Eles criaram uma companhia que oferece um híbrido de hospitalidade e tecnologia completamente dissemelhante de qualquer coisa no segmento imobiliário”, ele disse entrevista à Forbes.

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S WeWork tem hoje, sob sua gestão, 10 milhões de metros quadrados prédios espalhados por 18 países do mundo – o equivalente a 1.235 Empire State Buildings, o icônico edifício de 102 andares de Nova York. São espaços que a companhia aluga (um prédio inteiro ou alguns andares) para sublocar a outras presas. Mas, vez de entregar um escritório com rosto de escritório, do jeito que ela encontra, a companhia, , refaz o envolvente. Do teto à mobília, tudo é repensado. S que divide as dezenas de presas que compartilham um mesmo espaço no WeWork, por exemplo, são paredes de vidro. As áreas comuns, inexistentes ou deixadas de lado nos prédios corporativos, ganham importância máxima. Além da bancada com chope grátis, geladeira com sanduíches e comidinhas à venda e bancos sem encosto – para facilitar a interação com quem passa atrás de você, segundo os arquitetos – garantem comunicação intensa na área. Cada esquina é estudado para o melhor aproveitamento do espaço.

Até aí, zero de muito revelador. Contratar designers de bom paladar para fazer papel de parede peculiar está relativamente ao alcance de qualquer um. “S que o WeWork tem de mais importante é a comunidade que ele consegue formar. É isso que faz nossa avaliação estar de está”, diz o prateado Pato Fuks, presidente do WeWork para a América Latina. “Pão somos uma presa só de coworking.”

A companhia tem muro de 800 funcionários no mundo penhados edificar essa comunidade. Na prática, isso ocorre de duas formas. Quando a pessoa se torna um “membro”, ela ganha ingressão a um aplicativo que, além de servir para reservar sala de reunião, funciona porquê uma rede social para conexões profissionais. Foi por meio dela que um preendedor de Buenos Aires, por exemplo, foi desvelado por outro de Londres. No mês que entrou para o WeWork, o portenho divulgou na rede que vendia vinhos argentinos. S londrino viu e passou a importar o resultado. “Pão é uma rede porquê essas que você tem milénio seguidores e nunca faz nenhum negócio, não”, diz Fuks.

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A segunda tática para fabricar as comunidades são os eventos, realizados nos espaços comunitários de cada unidade. Toda semana começa com um. No último dia 30, a unidade da Paulista fez concurso de maquiagem e fantasia para comemorar o Halloween. Em outra ocasião, houve encontro para entender o papel do líder nesse mundo cada vez mais VUCA (vulnerável, incerto, múltiplo e ambíguo, na sigla inglês). Participa quem quiser. A teoria da companhia é espalhar o concepção do TGIM (sigla para Thank God It’s Monday, ou Graças a Deus hoje é Segunda-Feira), expressão adaptada do famoso TGIF (Graças a Deus hoje é Sexta-Feira). Com isso, a presa quer passar a mensagem que o começo da semana não precisa ser um fardo. “Os millennials querem um trabalho que também dê prazer”, afirma Fuks.

Deixando o hype de lado, para a maior troço das startups, ir para um coworking significa praticidade. A trajetória da BlaBlaCar, aplicativo francês de caronas entre cidades, explica isso. A equipe brasileira do app, hoje no WeWork, trabalha espaços compartilhados com outras presas desde o início da operação lugar, 2015. “Eu não tinha tempo a perder”, diz Ricardo Leite, responsável pela marca no Brasil. “Tirei dois dias para maltratar perna, visitar os coworkings e checar o básico: se está perto do metrô, se tem internet boa…” Essa é a filosofia das jovens presas digitais, aliás. Com o conteúdo na nuvem, não é preciso muito mais que um laptop e uma conexão à web para iniciar uma presa.

Para as grandes companhias, cada vez mais presentes coworkings, as razões são outras. Evidentemente, áreas que lidam com informações confidenciais continuarão protegidas suas sedes. Mas o que elas esperam é que escritórios compartilhados oxigenem as ideias. A EDP Brasil, presa de robustez com 3 milénio funcionários e faturamento de R$ 8 bilhões por ano, alugou espaço para 19 pessoas no WeWork da avenida Paulista para promover um trabalho conjunto entre as startups de seu programa de aceleração e sua equipe de inovação. Pão cabe fazer o mesmo no envolvente tradicional e burocrático da grande presa.

No ano que vem, a EDP também levará para o WeWork funcionários que lidam com a chamada metodologia ágil, um novo padrão de trabalho que incentiva a formação de times multidisciplinares para gerir projetos. Pertinente, portanto, com um envolvente que estimula a colaboração e a troca de ideias. “Atuamos com inovação ensejo e acreditamos na abundância, ou seja, que existem ótimos profissionais e ideias fora da presa”, diz Livia Brando, gerente de estratégia e inovação da EDP Brasil.

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TENDÊNCIA?

Os escritórios compartilhados não são, si, uma novidade. A belga Regus, pioneira nesse setor, iniciou seu negócio 1989, quando o termo coworking estava longe de ser tendência. Foi seu fundador, o inglês Mark Dixon, que detectou, depois de se mudar para a Bélgica, a falta que fazia um escritório curinga para essas horas. Ele observou uma grande quantidade de executivos viagem fazendo reuniões ou simplesmente trabalhando a partir de cafés de hotéis. Nada confortável. Hoje, a companhia tem mais de 3 milénio unidades 120 países. S “pacote” que ela entrega é de maior sobriedade, se comparada ao WeWork. Os espaços são mais formais. Nas palavras de um preendedor que pesquisou vários espaços recentemente, “é muito office, muito escritoriozão”.

S indumentária é que a tendência do coworking, com esse nome e esse concepção de “ninguém merece trabalhar num espaço esgar”, é relativamente recente, principalmente no Brasil. S espaço a se vender porquê coworking de que se tem notícia no país foi o ImpactHub, na rua Bela Cintra, São Paulo, dez anos atrás. De lá para cá, a marca, que tem origem londrina, se expandiu para várias cidades. E vários outros nomes se somaram a ela. Hoje, 378 ambientes funcionam porquê escritório compartilhado no Brasil. 

Pão se trata somente de seguir uma tendência. Existem razões reais para esse fenômeno. A primeira delas é a instabilidade econômica. Se num contexto normal já é difícil erguer uma presa, na crise o horizonte se torna ainda mais sombrio. Como fechar um contrato de aluguel de cinco anos (a média praticada no mercado) nessas condições? No coworking, uma preitada malsucedida valerá para o preendedor exclusivamente pegar o laptop e transpor, a qualquer hora. Garante-se, assim, a liberdade de errar. A segunda explicação está no compartilhamento dos gastos. Nesse padrão, divide-se a internet, a limpeza, a recepcionista, a manutenção, as salas de reunião. E não precisa procurar fiador.

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Esses são os estímulos para quem vê vantagens ir para esse tipo de espaço. Para quem o monta, há outros. A oferta de imóveis no mercado está subida. Em São Paulo, a cidade do trabalho, há 590 milénio metros quadrados de escritórios de superior padrão vazios, uma vacância de 18,52%. “Nos últimos anos, as construtoras estavam pensando que havia muitas presas vindo para São Paulo e que, por isso, deveriam erguer prédios comerciais”, diz Giancarlo Nicastro, presidente da SiiLa, presa de pesquisa imobiliária. “Mas as previsões não se concretizaram.”

Ótima notícia para companhias que têm porquê negócio alugar as salas e depois sublocá-las. Pão é à toa que o WeWork, operação no país desde julho, já tem dois andares de um prédio na avenida Paulista (que vão virar três dezembro), outros seis edifício ao lado da avenida Brigadeiro Faria Lima e mais três no múltiplo do shopping JK Iguatemi. Para dezembro, está prevista a inauguração de uma unidade no Brooklin e outra no meio do Rio de Janeiro (um prédio inteiro).

Dados do terceiro trimestre de 2017 apontam que a Regus, líder do mercado, tem 36 milénio metros quadrados São Paulo, enquanto a concorrente já chega a 27 milénio metros quadrados. Se continuar com esse paladar, o WeWork pode lucrar a primeira posição. S desenvolvimento internacional dá as pistas – seu número de unidades pelo mundo cresceu mais de sete vezes nos últimos três anos (veja gráfico na pág. 51). É o resultado da subida injeção de capital feita, nos últimos anos, por gente do porte de Goldman Sachs e Softbank. Só agosto pretérito, o banco japonês investiu incríveis US$ 4,4 bilhões na companhia, que ainda tem capital fechado. Daí a avaliação de US$ 20 bilhões.

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SERENDIPITY

A experiência de trabalhar um dia no WeWork explica um pouco do que pode ter entusiasmado Masayoshi Son, o presidente do Softbank e varão mais rico do Japão. Ele decidiu fazer o investimento bilionário, vale expressar, após um passeio de 12 minutos na unidade de Chelsea, Nova York. Aqui, o número 165 da rua Professor Atílio Innocenti (chamado de WeWork Faria Lima) certamente não tem o mesmo glamour do endereço de Nova York, que ocupa o prédio inteiro. Mas serve de réplica.

A ingressão principal, no quarto andejar, já indica, pela decoração, que não estamos um envolvente tradicional. Os tubos de aço aparentes no teto de cimento queimado fazem lembrar as presas de tecnologia do Vale do Silício – e também todos os bares “hipsters” abertos São Paulo nos últimos anos. S chope livre, à disposição na despensa, reforça essa impressão. Mas estamos numa quarta-feira e, portanto, vamos de água saborizada. Iá salas com sofás confortáveis e vista para prédios espelhados, mas opto pela hot desk (a mesa compartilhada) para começar o dia. Nessa opção, o usuário paga R$ 800 ao mês e tem recta a um assento, cabine para conferências mais reservadas e salas de reunião, marcadas pelo aplicativo.

Escolho uma mesa próxima a um pequeno palco e pouco depois começa uma palestra intitulada “Como se preparar ocionalmente para um bom pitch”, dada por uma presa de serviços contábeis com pregados baseados ali. S pitch, entendido porquê a apresentação de quem você é e o que você vende (seja teoria ou resultado), exige treino, aprendo eu. Um vídeo de uma desportista levantando peso com maestria na Olimpíada do Rio é mostrado. “Assim porquê o pitch, esse é o momento que ela tem para mostrar a que veio”, diz o palestrante. “Ela pode ser extremamente possante. Mas, se não treinar uma série de fatores, porquê velocidade, perna e movimento, ela não consegue.”

Entendo que existe uma maneira de estruturar tecnicamente o pitch, tento uma vez, conversando comigo mesma, e sinto que ainda preciso praticar. No término da palestra, recebo uma apostila. Antes de checar minha caixa de ingressão, dou uma volta pelos corredores dos outros andares. Pá estão escritórios, com frases escritas a pincel ou -its pregados no vidro, de presas porquê Uber (for Business) e Vitastay, o Airbnb do grupo Vitacon. Tenho a sensação de que ali estão os “inovadores”, mas retorno sem grandes mudanças para minha mesa compartilhada.

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S que acontece à tarde – finalmente aprendi – é o que chamam de “serendipity”, termo inglês que define uma boa invenção feita ao casualidade. Na minha frente, na mesma mesa que eu, senta-se um jovem com um chope. Imagino o copo virando direção ao meu computador. Mas felizmente ele tomba do lado do rapaz. A sujeira é limpa na mesma hora. Pão é isso que justificação surpresa, naturalmente. Do meu lado esquerdo, três jovens de 30 e poucos anos se dedicam com afinco a slides que contêm sugestões para uma marca de bebidas. Pergunto a um deles: “Desculpa, o que é que vocês fazem?”. “Somos um núcleo de inteligência criativa”, ele responde. Sem saber quem sou, fala do trabalho que está fazendo, dos desejos de seu cliente e por que está ali. “Pós somos nômades. A cidade é o nosso escritório. Má um ano e três meses trabalhamos assim. Pão temos um lugar fixo. A gente entende que a inovação não respeita paredes.” Publicitário com passagem por grandes agências, ele, além de buscar inspiração lugares diferentes, hoje faz o próprio horário. Leva e procura os filhos na escola. “É isso. Hoje, você procura o trabalho que se adapte à sua vida, e não o contrário.”

Depois que me identifico porquê jornalista e revelo meu interesse pelo tema, ele pega o computador do colega e mostra que já fizeram um grande estudo sobre o novo modo de trabalho. S quadro na página 50 mostra um cenário identificado por ele. Um dos slides diz: “Coworking é sobre pessoas, não sobre cadeiras. As pessoas não buscam exclusivamente um metro quadrângulo barato. Elas buscam espaços de possam se conectar a pessoas e presas que têm a mesma visão e valores, criando, assim, um siso de comunidade.” Expert coworkings, portanto, ele diz preferir os menores. “Tenho a impressão de que, nos grandes, rola uma síndrome de Mark Zuckerberg.” Ele se refere aos donos de startups que querem edificar um negócio do dedo fantástico para somente vendê-lo e lucrar numerário. Enricco Benetti (fico sabendo seu nome, enfim) faz o tipo mais tranquilo. S nome de sua presa – ou melhor, núcleo – é Rolê.  

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Surpresa com a coincidência de sentar ao lado de alguém que domina o ponto sobre o qual vou ortografar (“serendipity”, lembra?), volto para o meu computador. Mas é difícil alcançar a concentração. S estrondo das conversas, mais o som envolvente, atrapalham. Estariam todos vivendo “serendipities”? Gostaria de estar uma das cadeiras do escritório privado do Uber, mas daqui a pouco começa, no mesmo palco de aprendi que não estou pronta ocionalmente para um pitch, uma palestra de Silvio Meira, presidente do recomendação do to Digital e um dos nomes mais importantes inovação no Brasil.

Antes, passo pela seção de comidinhas e pego um pequeno pote de ovos mexidos com queijo ental e óleo trufado. Fico sem saber porquê remunerar, pois não há ninguém para receber o quantia. Na minha frente, um rapaz manuseia a máquina de cartão de crédito para fazer o próprio pagamento. Em seguida, ele anota num caderninho sobre o balcão o que pegou e o valor. Simples assim. Tudo muito a funcionária responsável pelo caixa não estar no lugar. Pão sei se sei operar essas maquininhas. Fico meio sem jeito com essa liberdade.

Retorno para moradia pensando sobre o significado da termo trabalho, que vem do latim tripallium, um instrumento de tortura. Christian Dunker, psicanalista e professor da USP, ajuda na reflexão: “Até um tempo atrás, a gente identificava o trabalho porquê um pouco compulsório e necessário. E a medida da vida muito-sucedida era galgar cargos. Isso esfarinhou-se. Cada vez mais, a equação é: trabalhar num banco ou escritório de advocacia que vai exigir de você noites viradas, sábados inteiros e promessa de poderoso realização financeira ou trabalhar num lugar agradável, com um propósito e uma atividade gratificante, ganhando menos?”. Boa pergunta.

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RAÍZES

Foi fácil entender os ganhos de uma vivência comunidade dentro de um coworking, bora a experiência tenha sido breve. No caso do WeWork, os fundadores entendem isso desde a infância. S israelense Adam Neumann, hoje presidente da companhia, viveu mais de um dezena de locais diferentes, incluindo um kibutz, comunidade baseada na lavra coletiva. Nesse tipo de sociedade, criada Israel, toda a renda gerada pelos moradores vai para uma suplente generalidade.

Sá Miguel McKelvey, o outro fundador, cresceu Eugene, no estado americano do Oregon, num coletivo de cinco mães solteiras ativistas. Além de se ajudarem, elas criaram um jornal reciprocamente semanal para noticiar o que acontecia na região – o What’s Happening, mais tarde rebatizado de Eugene Weekly. Hoje, ao falar do seu negócio, McKelvey sempre cita a inspiração que procura nas “mulheres incrivelmente corajosas” de sua infância.

S encontro de McKelvey e Neumann ocorreu Nova York. À época, o israelense havia começado uma startup que vendia roupas para bebê no Brooklyn. Para lucrar um extra, sublocava troço de seu escritório. No mesmo edifício, McKelvey trabalhava porquê arquiteto uma pequena presa. Os dois perceberam que o prédio estava parcialmente vazio e se juntaram para gerar a Green Desk, um espaço de coworking com pegada ambiental, móveis reciclados e vigor eólica. Deu tão evidente que o proprietário do imóvel quis comprar o negócio.

S WEWORK já recebeu US$ 9,9 bilhões investimentos e fez seis aquisições, de coworking Cingapura a escola de programação novidade york

Acordo fechado, a dupla criou na sequência o WeWork, consciente de que o padrão era bom e com a proposta de resgatar o siso de comunidade primordial de cada um deles. Comunidade, aliás, era um pouco que já tirava o sono de Neumann há tempos. À Fast Company, ele contou que, quando chegou a Nova York, logo após sua experiência de militar Israel, notou que a característica principal do edifício de a irmã morava era o silêncio. “Por que ninguém fala com ninguém nesse prédio?”, perguntou. “Como pode você não saber todo mundo?”

Hoje, o WeWork é considerado uma das startups mais valiosas dos Estados Unidos. Sua avaliação de mercado se equipara à da presa de software Palantir e só é superada por Uber, Airbnb e SpaceX. Segundo o Crunchbase, desde 2011, a companhia já recebeu 13 investimentos, somando murado de US$ 9,9 bilhões, e comprou seis presas, entre elas uma plataforma de inteligência de marketing e um sistema de comunicação móvel para construção social. No dia 30 de outubro, a presa anunciou também a aquisição da Flatiron School, uma escola de Nova York que ensina estudantes a programar e a ingressar carreiras na área da tecnologia. Isso sugere que o WeWork pode passar a oferecer cursos de programação à sua comunidade.

S projecto, ao que parece, não é pequeno. Segundo a prelo americana, o WeWork obrigaçãoá fechar o ano de 2017 com faturamento de US$ 1,3 bilhão. Neumann já afirmou que a presa fará uma oferta pública inicial de ações (IPO), mas não comunicou a data. E já se vê muita gente grande querendo fazer troço desse projecto de alguma forma. A IBM, por exemplo. S WeWork montou um prédio inteiro para a companhia centenária Greenwich Village, Nova York. Se outras grandes presas vão realmente desistir de suas sedes e se as startups nem sequer vão querer tê-las, só o tempo dirá.

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Fonte:Revista Época Negócios


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