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Ministério Público de Minas Gerais realiza operação contra jogos de contratempo


Durante a entrevista coletiva, a subcorregedora Universal da Polícia Social, Ana Paula da Silva y Fernández e o Corregedor Universal da Polícia Militar Coronel Mozzer, pontuaram a preço da operação para manter o “cimeira nível” das instituições no Brasil

 

Dois dos 15 policiais Militares com mandado de prisão preventiva cumpridos na manhã desta segunda-feira (9) em operação do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) que desarticulou uma quadrilha que comandava um esquema de jogos de contratempo em Belo Horizonte e região metropolitana são candidatos a vereador.

Um deles, que foi retido em flagrante por posse ilícito de armas de queima, munição e uma granada de efeito moral, é pleiteante pela capital. O outro, que não pôde ser recluso devido à legislação eleitoral, é candidato por Ribeirão das Neves.

Em coletiva de prelo no início da tarde desta quinta, o MPMG detalhou o curso da terceira período da operação “Hexagrama”.

Conforme o promotor de Justiça Peterson Queiroz, dos 18 mandados de prisão preventiva focados em policiais militares, 15 foram cumpridos.

Dois dos agentes não foram localizados e, o último, é o pré-candidato por Ribeirão das Neves. O órgão não revelou nomes, nem partidos dos pleiteantes.

Dos 12 policiais civis com mandado de prisão emitidos, onze foram presos – um deles não foi encontrado, informou o MPMG. Dos demais civis, não ligados às forças de segurança do Estado, um já havia sido recluso anteriormente e outros dois estão foragidos.

Foram apreendidos muro de R$ 110 milénio em espécie durante as diligências, um cheque de R$ 50 milénio, quatro veículos, munições de calibres diversos, uma granada de efeito moral, 120 buchas de maconha, documentos e aparelhos celulares dos investigados. A operação ainda está em curso.

A subcorregedora Universal da Polícia Social, Ana Paula da Silva y Fernández e o Corregedor Universal da Polícia Militar Coronel Mozzer, pontuaram a valimento da operação para manter o “superior nível” das instituições no Brasil.

“A preço de operações desse porte é a manutenção de boas ações no Estado. Estamos tendo o sucesso e o alcance que a sociedade tanto espera”, pontuou o militar.

Ana Paula, por sua vez, garantiu que, logo que houver compartilhamento das provas, serão aplicadas medidas cabíveis aos policiais civis envolvidos.

Porquê atuava a quadrilha

Conforme o MPMG, a quadrilha – que era chefiada por uma pessoa presa em março, e gerenciada por outras que também foram detidas à estação – comandava vários pontos de jogos de contratempo na capital e em cidades da região metropolitana.

A participação dos agentes públicos no esquema ocorria de diversas formas. Havia alguns que eram pagos para fazer “vista grossa” para os crimes, mas também existiam policiais militares e civís que atuavam ativamente no esquema criminosos.

Foram identificadas condutas porquê escolta de membros da quadrilha, ameaças a quadrilhas rivais e devastação de equipamentos de caça-níqueis de concorrentes, homicídios mandados e devastação de morto, por exemplo.

Os investigadores não detalharam o número de pessoas que foram executadas pelo grupo, nem porquê ocorreram os desmantelamentos de corpos.

“Não era uma ação concatenada entre todos (os envolvidos). Havia separação de tarefas. Alguns faziam escolta, outros faziam a segurança dos pontos de caça-níqueis do líder. Alguns somente se omitiam de autuar os locais. Em alguns casos, houve homicídios mandados pelo líder da operação”, pontuou Queiroz.

O líder da organização, pontuou o investigador, é “uma pessoa bastante carismática, com grande poder de liderança”. Questionado se havia alguma relação entre a quadrilha e qualquer partido ou organização política, o MPMG negou.

“Todos esses crimes orbitam no jogo de contratempo e são uma forma de manter o negócio funcionando. Esse caso de homicídio foi um extermínio de um concorrente. A depravação passiva está ligada a permitir que o jogo funcionasse de forma livre, as ameaças também, todos esses crimes estavam ligados diretamente à exploração ilícito do jogo”, frisou o investigador.

Além das prisões, foram cumpridos 60 mandados de procura e consumição em Belo Horizonte, Ribeirão das Neves, Santa Luzia, Esmeraldas, Escrutinação, Novidade Lima, Vespasiano, Sabará, Betim e Lagoa Santa.

Histórico da operação “Hexagrama”

A Hexagrama investiga práticas de depravação ativa e passiva, exploração ilegais de jogos de contratempo, homicídio, roubo, ameaço, lesão corporal, dano ao patrimônio, devastação de defunto, negócio ilícito de armas de queima de uso restrito, dispas em via pública e lavagem de moeda.

Foram empenhados 62 policiais militares e 70 civis durante as buscas nesta segunda. A primeira período da operação foi deflagrada em março deste ano, e deteve os chefes da organização. A segunda, ocorreu no último 3 de setembro, e prendeu duas pessoas suspeitas de serem os “contadores” do esquema criminoso, acusadas de lavagem de quantia.

Instituto defende legalização porquê combate ao transgressão

Murado de 20 milhões de brasileiros jogam o jogo do bicho por dia, e outros 10 milhões participam de jogos de contratempo na internet, conforme informações de um estudo do O Instituto Brasílico Jogo Lítico (IJL). A entidade defende que, com tamanha demanda pela jogatina, e por experiências internacionais, a melhor forma de evitar depravação e violência envolvendo os jogos de contratempo no Brasil seria a legalização.

O presidente da Organização Não Governamental (ONG), Magno José Santos de Sousa, afirma que os ganhos seriam, para além da segurança pública, importantes do ponto de vista econômico e social. “Se o brasil não pensar nesse padrão, estamos fadados ao insucesso. Não vamos revogar o libido das pessoas jogarem. Os jogos são proibidos no brasil há 79 anos. O jogo do bicho existe a 130. O padrão proibitivo fracassou. Só temos uma alterativa, que é a legalização”, defende.

O ativista pontua que a proibição de jogos de contratempo é “uma indústria lucrativa” e que operações, porquê a deflagrada MPMG, acontecem “justamente” pela falta de regulamentação.

“Essa indústria da proibição é uma atividade muito lucrativa. Alguém vai prestar esse serviço. Um paralelo muito interessante é a lei seca nos Estados Unidos. Enquanto ela existia, sempre tinha um empreendedor para dar para a sociedade o que ela deseja. Sempre que há alguma coisa proibido, há alguém que vai oferecer”, completa Magno.

Em relação às pautas conversadoras, que ganharam força desde a eleição do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e que, em tese, seriam um empecilho à legalização, o presidente do IJL discorda.

“O jogo não é uma questão de costumes, a exemplo do monstro, união homoafetiva, ou de (legalização) das drogas. É uma atividade econômica e deve ser tratada porquê tal. O jogo vem antes da bíblia, não é perversão”, conclui. (O Tempo – Lucas Negrisoli)

***

PM prende 33 pessoas e apreende 53 máquinas caça níquel em operação em MG

A operação acontece em 60 cidades mineiras simultaneamente e com uma série de apreensões de material ilícito

A Polícia Militar deflagrou em Minas Gerais, nesta segunda-feira (9), uma operação para combater os jogos de contratempo em 60 cidades do Estado. Já foram 33 pessoas conduzidas, apreendidas 53 máquinas caça-níqueis, sete máquinas de jogos de contratempo online e outros materiais de jogos irregulares apreendidos, porquê computadores e celulares.

A operação Pandilha vai intercorrer durante todo o dia e um novo balanço da operação será repassado nesta terça-feira (10).

Também nesta segunda, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), também realizou uma operação de combate a jogos de contratempo no Estado. Na operação foram 15 policiais militares presos, sendo dois candidatos a vereador.   A operação da PM, é distinta da realizada pelo MPMG.

“Por trás dos jogos de contratempo tem crimes de estelionato de todo tipo. Ou por outra, com essas apreensões nós combatemos outros crimes porquê homicídios, tráficos de entorpecentes e lavagem de quantia. Através do combate do pequeno delito, nós tenhamos um melhor lugar para viver” destacou o major Flávio Santiago, patrão da sala de prelo da Polícia Militar. (O Tempo – Natália Oliveira – MG)





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