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Líderes da indústria de TI no Brasil apontam os desafios e as tendências do setor

painel agenda ti

EXCLUSIVO: Aconteceu agora no IT Forum Expo 2015, terceira edição do maior evento de tecnologia no Brasil,  um debate com a participação dos principais executivos das principais presas de tecnologia do País, para discutir as tendências de TI. Participaram deste pintura Cristina Palmaka, presidente da SAP; Cyro Diehl, presidente da Oracle; Luciano Corsini, presidente da Hewlett Packard Enterprise; Alex Salgado, head Soluções Corporativas da TIM; Aureo Fittipaldi, diretor da Samsung; Gil Torquato, CEO da UOL Diveo; Laércio Cosentino, CEO da Totvs; Luis Liguori, CTO da IBM e Paula Bellizia, general manager da Microsoft e Vitor Cavalcanti, diretor da IT Mídia.

Durante o pintura, eles responderam perguntas direcionadas mormente por CEOs e profissionais de TI. Mas antes, cada um dos painelistas respondeu quais são os desafios e tendências para a indústria de tecnologia no próximo ano.

Para Alex, da TIM, a grande visão do mercado de TI é a” transformação do negócio. Um grande duelo é transformar a experiência de consumo e mobilidade. Precisamos melhorar e transformar do ponto de vista de plataformas digitais”.

Áureo, da Samsung, diz que o duelo do TI é manter as presas preparadas para enfrentar dificuldades e variáveis do mercado. “Cortar gastos mas sem perder capacidade de investir e olhar novas tecnologias. Explorar o concepção de IoT da melhor forma provável, desde a concepção e desenvolvimento, trazendo cada vez mais oportunidades, pensando porquê podemos trabalhar com outras presas de tecnologia e desenvolver um ecossistema que gere relevância ao consumidor final”, diz.

Cyro, da Oracle, acredita que a indústria de tecnologia no Brasil está vivendo seu melhor momento. “Essa transformação, que eu chamo de revolução do dedo, vai mudar os negócios independente da dimensão. Nossa missão é ajudar essas presas a se transformarem. Nossas presas são pré-internet e ao mesmo tempo essa tecnologia tem que alavancar nossos negócios, independente da indústria. Precisamos preparar estas presas para o que quer que possa vir”.

Gil, do UOL Diveo, acredita que muitas presas certamente estão sendo cada vez mais desafiadas pela premência se modernizar e esse mundo novo demanda dispêndio. “S grande duelo é passar no limitado prazo por essa turbulência econômica e nos engajar nesse novo mundo do dedo. Temos obrigação de ajudar as presas evoluirem para abraçar esse mundo novo e do dedo. P um grande duelo para todos nós.”, afirma.

Laércio, da TOTVS, diz que o mundo está mudando muito rápido, por isso a atualização das presas, inserindo-as no mundo da tecnologia, é tão importante. “Daqui pra frente as coisas serão diferentes de tudo o que conhecemos até logo. Nosso grande duelo é integrar as presas. S problema, por exemplo,  não é carruagem versus Uber, mas se teremos carruagem ou não no horizonte.”

Luciano, da HP, diz que o grande duelo está no processo de transformação. “Nós fomos disruptivos qualquer momento da vida, agora estamos sendo superados. Devemos concordar as indústrias e é nossa missão continuar fazendo que todos evoluam. A oportunidade, apesar dos problemas, continua chamando o Brasil. Temos uma missão importante que é continuar acreditando no País e apostando no mercado de tecnologia.”, diz.

Para Luis, da IBM, a grande mudança pela qual passará o TI nos próximos anos é a digitalização das presas. “Essa é a primeira lanço dessa jornada, que é feita por vários interativos que, se querem se tornar do dedo, tem que pensar. Como vamos engajar pessoas para nos fornecer dados? Todo mundo esquece de segurança, isso pra mim é a agenda que todo mundo tem que ter: pensar segurança. S mundo está sendo reescrito software. Onde tiver código e dados trafegando nós vamos colocar lucidez.”

Paula, da Microsoft, diz que mundo está mudando numa velocidade que o horizonte pode ser meses e inevitavelmente  qualquer presa da economia, independente do setor, será uma presa de tecnologia. “Quem pode facilitar elas a se recolocarem no mercado somos nós. Cabe a nós contribuir com os setores da indústria e consequentemente impactando a economia do País”, afirma.

Cristina, da acredita que fazer mais com menos é aumentar a eficiência das presar do setor de TI, aumentando a produtividade dos clientes enquanto estes revolucionam a forma porquê utilizam a tecnologia dentro de suas presas. “Precisamos sentar, conversar, ter ideias e definir prioridades. Estamos produzindo muita informação, e fazer informação virar relevante para os negócios ou transformar big data num smart data é o maior duelo, por isso o CIO tem um papel fundamental dentro das presas. Se impactarmos a economia, impactamos o horizonte do Brasil”, completa.

Ao ser perguntado sobre se há espaço para todos os tamanhos de presa no mercado line, Cyro Diehl diz que sim. S CIO tem a responsabilidade de concordar a transformação da presa porque é o principal profissional geração de tecnologia.” A tecnologia não é mais uma da, ela vem do lado oposto, o consumidor é que procura inovação. Como as presas vão se transformar? Como eu suporto meu usuário? Na minha estação 90% de satisfação era o sumo que conseguíamos atingir. Hoje dia não cabe mais isso. Se você tiver 100 milénio clientes e deixar 5 milénio frustrados, o impacto que eles podem promover pode destruir sua presa.”, diz.

Para ele, é muito importante que não se consuma mais tecnologia por tecnologia, simplesmente. A tecnologia tem que ajudar a diferenciar porquê as presas entregam seus serviços e entregam de uma forma segura. Para Cyro, é obrigação do CIO oferecer essa segurança, porque o cliente não entende disso. Um olho na integração, um na segurança e cabe todo mundo no mercado, seja presa grande ou pequena.

Ao responder a pergunta “Se o papel da nuvem reduz dispêndio e aumenta flexibilidade, qual é o próximo passo?” Gil Torquato diz que a nuvem é uma quebra de paradigma. A solução Cloud atende a demanda do que o cliente quer, pensando todo legado do que o cliente quer. “Eu acho que, de uma forma universal, a solução de nuvem tem que ser o mais ampla provável. Em alguns casos, a mesma companhia precisa de uma nuvem privada mas também tem secção da solução que pode ser uma nuvem pública. E conseguimos atender a todas as soluções que o cliente necessita, por isso é necessário entender a dor do cliente.” Para o CEO do UOL Diveo, a solução de Cloud Computing não é modismo, é um pouco altamente disruptivo e que veio para mudar a forma porquê o armazenamento é realizado. “Big data também é fundamental, mas se a nuvem não for muito implementada, não resolve zero”, completa.

S Líderes da indústria de TI no Brasil apontam os desafios e as tendências do setor Startupi.

Fonte:Startupi


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