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Grupo Valence abre loja da scooter italiana Vespa em BH


De um clássico do cinema – “A Princesa e o Plebeu”, de 1953, quando o ator Gregory Peck leva Audrey Hepburn por um passeio em Roma em cima de uma Vespa 125.d – até os dias de hoje, a scooter Vespa, da montadora italiana Piaggio, sustentou a referência de charme e se reinventou pela inovação nos mercados mundiais. Com a crédito no potencial da marca, o grupo mineiro Valence – de concessionárias Renault e Jeep, e operações de máquinas pesadas e equipamentos – abriu uma loja em Belo Horizonte, a Mondo Vespa. A expectativa inicial é vender 300 unidades no primeiro ano, com um faturamento de R$ 6 milhões.

“Já percebemos que a Vespa atrai consumidores tanto que no pretérito tiveram uma relação afetiva quanto pelo estilo moderno e tecnológico que ela traz”, justificou o diretor mercantil da Valence, Sérgio Costa. Os modelos comercializados pela Mondo Vespa serão Vespa Classic VXL 150, Vespa Classic SXL 150, Vespa 300ie e Vespa 300 Super, com preços de R$ 19.880 até R$ 49.856.

Distribuidor da Vespa em Minas Gerais, o Grupo Valence visa à capilaridade da marca para algumas regiões do Estado. “Vamos fazer algumas parcerias no interno. S Triângulo Mineiro é poderoso, e destaco a cidade de Uberlândia, e o Sul de Minas tem cidades promissoras”, destacou Costa. S grupo espera ter, em um ano, o retorno do investimento feito na marca. “Temos porquê particularidade sermos muito pragmáticos nas nossas projeções, avaliamos todas as variáveis de risco que a gente se submete em todos os nossos empreendimentos”, disse o executivo, que espera superar as vendas.

Com 300 colaboradores diretos, o grupo também atua na operação de máquinas pesadas. “Estamos em vários Estados com a operação de máquinas pesadas, que é de muito peso dentro do grupo atuando nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Goiás, Tocantins e Distrito Federal. E também somos representantes em Minas dos geradores da Pramaq”, enumerou.

No caso das concessionárias, Costa disse que são cinco lojas Renault em Minas Gerais e uma operação da Jeep. “Tanto na Jeep quanto na Renault temos a classificação mundial de padrões de atendimento, processo e qualidade”, destacou. Com a operação de veículos novos e venda direta, Costa calculou um patamar de 5.000 veículos em 2018. Sobre a expansão, o executivo disse que o grupo avalia o envolvente econômico e as oportunidades que estão surgindo.

Vespa Brasil

Butique. A marca está na avenida Barão Homem de Melo, 4.385, em Belo Horizonte. A Vespa já tem loja em São Paulo e vai perfurar em Curitiba e Rio de Janeiro. Vendas também pelo site vespabrasil.com.br.

Grupo Piaggio

– Fundado em 1884 por Rinaldo Piaggio, o Grupo Piaggio é o maior obreiro europeu de veículos motorizados de duas rodas e um dos líderes globais do setor. A sede fica em Pontedera, na Itália.

– Com presença em mais de 65 mercados, o grupo tem sete unidades de produção distribuídas pela Europa e Ásia e mais de 7.000 colaboradores no mundo.

– Em 2015, as vendas líquidas do Grupo Piaggio totalizaram € 1,295 bilhão incremento de 6,8% diante de o ano anterior.

– As vendas foram de 519,7 milénio unidades no período com a liderança no mercado europeu de duas rodas de 15,2% de participação de mercado de todo o segmento e de 24,1% do setor de scooters.

 

Minientrevista

Giuseppe De Paola

Presidente da Asset Beclly Piaggio Vespa

Existe crédito no governo brasiliano?

Confiança e muita expectativa. Vemos esse governo com a possibilidade de desenvolvimento. Vamos dar o tempo ao governo Bolsonaro de mudar as coisas, porque mudança não é simples, mudança precisa de tempo. Nós, que trabalhamos todos os dias nesse setor automotivo, sabemos que as coisas não acontecem de um dia para o outro. Temos esperança de que também a importação dos produtos estrangeiros seja um pouco mais simples.

Qual recomendação você daria a Bolsonaro para que o Brasil se torne mais fácil de fazer negócios?

S juízo que posso dar a ele é ter coragem para mudar. As mudanças não são aceitas por todos, vai ter muita sátira, mas se a pessoa tiver coragem de mudar as coisas e a força de ir na frente, ela vai fazer. Depois, ouvir o que os mercados falam, qual é a premência do país.

A Vespa está no Brasil há quantos anos?

Entramos no final de 2016, era outubro quando fizemos o primeiro lançamento. Estes dois anos fomos muito inovadores. A Vespa foi a primeira marca a vender numa loja, num shopping de luxo. Fomos os primeiros a vender online, temos o e-commerce, entregamos moto para todo o Brasil, inclusive na Amazônia. Tive muito trabalho, tive que ouvir muito o mercado, porque o empresário estrangeiro que chega ao Brasil imagina logo de fazer tudo com números e sucesso, mas tudo isso tem que ter um trabalho. Vimos que em São Paulo a butique já funciona. As pessoas querem uma proximidade na venda. Não é na venda de uma moto, de um coche, é na venda de uma Vespa. Precisa de um projeto dissemelhante.

Podemos esperar pela Vespa elétrica ou é um sonho distante?

Isso depende de vários fatores. A Vespa elétrica está pronta no sentido que a Piaggio já fez esse padrão. Mas o resultado elétrico precisa ter um desenvolvimento do governo, da estrutura, da rua, das pessoas. Tem que cuidar de alguma coisa que é elétrico, pois custa muito mais. Mas tudo isso tem um processo. Espero que daqui a um ano e meio ou talvez dois anos apresentemos esses modelos.





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