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Ela começou fazendo acessórios em morada e hoje é dona de loja que faturou R$ 200 milénio em 2019 – Pequenas Empresas Grandes Negócios


Tatiana Ster: empresária tem uma marca de acessórios que leva seu nome (Foto: Divulgação)

Tatiana Ster: empresária tem uma marca de acessórios que leva seu nome (Foto: Divulgação)

Quase 20 anos detrás, Tatiana Ster, 43, decidiu inaugurar um negócio próprio. Formada em História, ela já havia tentado curso porquê professora, mas não se identificou. Começou a trabalhar no escritório de uma farmácia em Uberlândia, Minas Gerais, e costumava fazer acessórios, porquê pulseiras e colares, para ela mesma usar. O hobby virou negócio e a empreendedora faturou R$ 202 milénio em 2019 com loja de acessórios.

A marca surgiu em 2001, levando o seu próprio nome: Tati Ster Acessórios. “Minhas amigas e conhecidas começaram a me pedir para fazer para elas também, e vi nisso uma oportunidade de negócio”, afirma Ster. Ela continuou trabalhando no serviço fixo, e aproveitando a hora do almoço para comprar as peças para a produção e fazer as entregas. 

Depois de um ano dividindo a rotina entre os dois trabalhos, Ster decidiu largar o ocupação durante o dia e se destinar totalmente aos acessórios. “Vi que o meu negócio dava resultado e crescia rapidamente. Já tinha até amigas que estavam revendendo minhas peças”, diz a empreendedora. Ela fazia tudo em sua própria mansão, com revendedoras que levavam para cidades vizinhas e até aos Estados Unidos e Portugal.

Em 2006, a empreendedora inaugurou a loja física, também na cidade de Uberlândia. Ainda nesse momento, Ster encontrou uma grande concorrência com a importação de acessórios da China, que eram mais baratos. “Vi muitas marcas na minha cidade fecharem”, afirma.

A empresária diz que conseguiu fazer o seu negócio continuar crescendo por justificação de suas peças artesanais e do relacionamento possante com as clientes — que foi facilitado pelas redes sociais desde a estação do Orkut. Até 2012,  ela diz que estava muito focada em fazer bons produtos e no atendimento, mas depois também também foi se descobrindo porquê uma verdadeira empresária e se empoderando. Quis levar isso para a marca.

“Isso trouxe respostas que eu nem imaginava, as clientes falavam que a minha marca fazia todas as mulheres se sentirem lindas”, afirma. Logo Ster investiu nesse posicionamento da empresa, dizendo que vendia acessórios, mas entregava autoestima. Começou a fazer campanhas e coleções que remetessem a esses temas. “No Dia nos Namorados, tínhamos a campanha Se namore, que reforçava a preço de amar”, afirma. “Também fizemos vários eventos e vídeos com depoimentos de mulheres com histórias inspiradoras.”

O negócio estava indo muito até a pandemia do novo coronavírus impedir as vendas presenciais. “O faturamento praticamente zerou. As pessoas estavam assustadas. Nosso resultado não é de primeira premência e as mulheres não estavam se enfeitando”, afirma.

O site da loja já existia havia qualquer tempo, mas não era o foco do negócio. “O indumentária de já tê-lo nos favoreceu nessa retomada das vendas. Resolvemos fechar a loja física e colocarmos toda nossa força no online”, diz a empresária. Uma das estratégias foi organizar bazares em grupos de WhatsApp, em que ela conseguiu faturar R$ 11 milénio em dois dias.

Apesar de as vendas terem melhorado, a expectativa é que o faturamento em 2020 seja 30% menor em relação ao ano pretérito. Mas Ster ainda está otimista com o resultado. “Nossa vitória realmente foi ter sobrevivido a tudo isso e com muitas ideias para colocar em prática ainda”, diz a empresária.





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