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Par fatura R$ 7 milhões com hamburgueria gourmet “sem frescura” – Pequenas Empresas Grandes Negócios



Michel Thomé e Marcela Tarraf, sócios da Melting (Foto: Pedro Cunha)

Enquanto fazia faculdade, Michel Thomé, 35, trabalhou em algumas consultorias de formatação de franquias em São Paulo. Durante esse período, ele aprendeu muito sobre o setor e nutriu o libido de ter o próprio negócio.

O sonho começou a tomar forma quando identificou um terreno que seria atrativo para uma hamburgueria, em sua cidade, São José do Rio Preto (SP). A esposa de Thomé, Marcela Tarraf, 32, embarcou na teoria e os dois colocaram a Melting Burgers de pé, em 2013. 

De food truck a drive-thru
Thomé queria franquear o negócio, mas sabia que precisaria se diferenciar do que já era oferecido pelo mercado. A primeira teoria foi terebrar food trucks, mas ele pensou que esbarraria em leis municipais distintas que impediriam o desenvolvimento do negócio.

O empreendedor entendeu que implementar um padrão de drive thru funcionaria em São José do Rio Preto, pois ainda não tinha visto zero parecido com hambúrgueres mais elaborados, no estilo gourmet.

Tirou toda a “frescura”
Para diminuir o preço dos pratos, ele apostou na redução dos custos do negócio. Primeiro, era necessário aumentar o ritmo de produção para se aproximar do atendimento de redes de fast food, porquê o McDonald’s. Para isso, ele desenvolveu todo o processo de montagem do lanche na cozinha, com funcionários para cada lanço.

Para tirar a “frescura” da conta, eles não mexeram em ingredientes: a mesocarpo é da raça Angus, o pão é de brioche, os condimentos passam por queijo brie, geleia de pimenta, crispy de mandioquinha e de banana e maionese produzida diariamente.

A aposta foi simplificar o próprio restaurante: poucas mesas; guardanapos comuns, em rolos; e embalagens que facilitam o consumo para viagem. O objetivo é que funcione porquê pick and go. “Apesar de estarem em praticamente todas as grandes cidades do país, as hamburguerias premium sempre foram pouquíssimo inclusivas. Era nessa falta em que eu queria trabalhar”, comenta Thomé.

Padrão de expansão é por cotas
Para furar mais lojas, o par escolheu uma escolha aos moldes convencionais de franquia: venda de cotas para investidores. A própria Melting, por meio do fundo CoBiz, faz a gestão. Os investidores recebem uma participação.

Na primeira rodada, foram consideradas três unidades: uma em Olímpia (SP) e duas na capital paulista. A cada rodada, são aceitos 30 investidores, que totalizam R$ 500 milénio por restaurante. Ou seja, um totalidade de R$ 1,5 milhão. O primeiro grupo de unidades conseguiu levantar o valor em seis meses. Para 2020, o projecto é furar cinco restaurantes, em duas rodadas de investimento diferentes.

Cada cotista tem participação de 10% no negócio e tem preferência para investir em rodadas futuras. De convenção com Thomé, a Melting assume todo o risco da operação, além de ajudar a apressar a expansão.

Atualmente, a rede possui sete lojas, sendo quatro próprias e três nesse padrão de cotas. O faturamento nos últimos 12 meses foi de R$ 7 milhões.

O empreendedor explica que o foco do negócio será dissemelhante, de convenção com a localização. Em cidades menores, a estratégia será drive thru. Já em cidades porquê São Paulo, a maior secção do faturamento deve vir do delivery. A primeira unidade ocasião na cidade funciona na região do Jardim Paulista.

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