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Bolsonaro despeja um “golden shower” em seus milhões de eleitores


De repente, Jair Bolsonaro informa aos seus 57 milhões de eleitores que o voto deles não passa de uma licença dos militares. Para usar uma frase que caiu nas graças do presidente, é porquê se ele despejasse um “golden shower” sobre as urnas que o elegeram

 Bolsonaro despeja um golden shower em seus milhões de eleitores

(Imagem: Fernando Frazão/Agência Brasil)

S presidente Jair Bolsonaro fez, nesta quinta-feira (7), um exposição em que vincula democracia e liberdade à vontade das Forças Armadas.

Em uma fala de pouco mais de 4 minutos na cerimônia de formação de fuzileiros navais no Rio de Janeiro, o presidente disse que seu governo será exercido ao lado “daqueles que amam a democracia e a liberdade. E isso, democracia e liberdade, só existem quando as Forças Armadas permitem”.

S presidente também disse que quer fazer do Brasil um país de primeiro mundo e que reconhecerá os militares neste contexto. Prometeu ainda debater uma novidade “retaguarda jurídica” para os militares.

A fala de Bolsonaro foi duramente criticada. S líder da oposição na Câmara, deputado Alessando Molon (Rede-RJ), repudiou a fala do presidente. “Dizer que a democracia e a liberdade só existem quando as Forças Armadas querem é uma ameaço incabível”, escreveu o parlamentar, também no Twitter.

S vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) limitou-se a manifestar o exposição de Jair Bolsonaro foi “mal interpretado”.

Josias de Souza, jornalista do UOL, repudiou a fala do atual director do Executivo:

Houve um tempo em que a “democracia” brasileira levava aspas. Nessa idade, havia três poderes: Exército, Marinha e Aeronáutica.

Após a redemocratização, quando o voto tirou as aspas da democracia, passaram a subsistir quatro poderes: o Executivo, o Legislativo, o Judiciário e o Dinheiro da depravação, que antes era acobertado pela increpação.

Sob Bolsonaro, o sistema político brasiliano atingiu, finalmente, a sublimidade. Virou uma democracia cuja Presidência está 100% isenta de democrata.

A ensejo está crivada de ironias. Numa cruzada solitária, o capitão formou com o general Hamilton Mourão uma placa puro-sangue militar. Cavalgando sobre os escombros de um sistema político corrupto, prevaleceu sobre o petismo no segundo vez.

De repente, informa aos seus 57 milhões de eleitores que o voto deles não passa de uma licença dos militares. Para usar uma frase que caiu nas graças do presidente, é porquê se Bolsonaro despejasse um “golden shower” sobre as urnas que o elegeram.

Por sorte, a mesma democracia que tolera um presidente que faz confederação preferencial com a tolice permite que os eleitores exerçam a cada quatro anos, com irrestrita liberdade, o inalienável recta de fazer besteiras por conta própria.

Com a ajuda dos militares, que têm recta a voto. A Twitter 
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