Please enable / Bitte aktiviere JavaScript!
Veuillez activer / Por favor activa el Javascript![ ? ]
Santa Luzia Empresas - Se guia Comercial Luziense
Email: Senha:    
 
     
Esqueceu a senha??
Você esta em: Home » $title » Agronegocio-bate-recordes-e-cidades-do-interior-veem-salto-no-consumo-de-luxo.html


Home

Agronegócio bate recordes e cidades do interno veem salto no consumo de luxo


Faturamento com produção de grãos subiu 68% em um ano, chegando à zero de R$ 594,1 bilhões

Produtor de soja na lema do Maranhão com o Pará, Gerson Kyt decidiu fixar a residência da família no condomínio Alphaville Flamboyant, residencial de luxo em Goiânia (GO), a “capital do agronegócio”. Para encurtar o deslocamento para suas fazendas, comprou em junho um avião turboélice da americana Piper, padrão Matrix. Kyt é um exemplo da subida de riqueza vivida nos grandes polos de agronegócio do País, em seguida anos de safras recordes e preços nas alturas.

Esse ciclo de calma teve sua força renovada neste ano. A receita agrícola com a produção de grãos e culturas perenes deve chegar a R$ 787,9 bilhões – um salto de 53% sobre 2020, segundo projeções da consultoria MacroSector, que leva em conta dados de produção do IBGE e de preços da FGV. Os produtores de grãos devem retirar a expansão da renda, com faturamento de R$ 594,1 bilhões, subida de 68% na presença de o ano anterior.

Toda essa riqueza extra se reflete em mais vendas de carros, aviões e também no varejo. O desempenho do negócio de janeiro a maio em todo o País foi de subida de 7,2% sobre igual período do ano pretérito, segundo Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA). Nos polos do agronegócio, essa subida foi de mais de 18% (mais informações nesta página). O desempenho das vendas de veículos também é muito superior à média pátrio nas principais cidades do setor agrícola. Essa prosperidade ainda se reflete no negócio de luxo e na venda de jatos executivos.

No caso de Kyt, o avião vai ajudar a forrar tempo de deslocamentos até suas fazendas no Maranhão, onde ele vegetal 13 milénio hectares de soja.

E ele não está sozinho nessa tendência. O pecuarista e empresário Arlindo Vilela, 52 anos, pretende comprar nas próximas semanas um avião turboélice, na filete de R$ 4 milhões, para substituir dois monomotores. “As distâncias são grandes e as estradas, muito ruins. O avião dá destreza. Não é barato, mas tem muita serventia. Os passageiros usam botina no avião, ninguém entra de salto”, disse Vilela, que é possessor de uma herdade em Rondonópolis (MT).

Influência

O topo da renda do agronegócio tem levantado voo de outros mercados de luxo. Os emplacamentos de carros “premium” – porquê Audi, Mercedes, BMW, Land Rover – cresceram em duas “áreas operacionais” de Mato Grosso: Rondonópolis, ao sul de Cuiabá, e Sinop, ao setentrião, mesma região de Lucas do Rio Verdejante e Sorriso. A demanda do agronegócio está no radar da alemã BMW, que foca em produtores, profissionais liberais e comerciantes das regiões, informa a marca.

De Brasnorte, noroeste de Mato Grosso, o pecuarista Aldo Rezende Júnior mede a evolução do poder de compra dos produtores em bois Nas contas dele, há três anos, eram necessários murado de 60 bois gordos para comprar uma picape. Hoje, são 35. “A valorização do boi, nesse sentido, permitiu ao produtor trocar a picape por uma mais novidade, reformar a mansão”, conta.

E a influência do agronegócio não para por aí. Consultor de marcas de luxo, Carlos Ferreirinha, ex-presidente da Louis Vuitton no País, afirma que a geração de renda do agronegócio respondeu por mais de 65% do desenvolvimento do setor no País nos últimos seis anos. “O impacto positivo não fica restrito às regiões produtoras, uma vez que os agricultores têm um segundo endereço em grandes cidades”, afirma.

As áreas de subida renda dos bancos perceberam a tendência e têm voltado sua atenção aos endinheirados do interno, com mais de R$ 3 milhões para investir. Dados da Anbima, associação do mercado financeiro, mostram que o setor “private” cresceu 32% de dezembro de 2015 a dezembro de 2020 no Meio-Oeste. Na média pátrio, o progressão foi de 11%.

O Santander procura o público do agronegócio ativamente. Hoje, o setor responde por 2% a 3% do segmento de fortunas do banco, mas a intenção é escalar essa fatia para 15% a 20%, explica o diretor do Santander Private Banking, Vitor Ohtsuki. Além do Meio-Oeste, os alvos são o interno de São Paulo e o Sul. “Temos um projeto de crescer o ‘private banking’ porquê um todo e estamos aumentando a equipe em 60 pessoas. Um dos focos desse prolongamento é o agronegócio, exatamente porque é um dos setores que mais crescem no País, mesmo em período de crise econômica.”

Receita do agronegócio se reflete no varejo e em serviços

Mesmo com a crise da covid-19, o agronegócio conseguiu impulsionar as vendas do varejo em universal e do segmento de serviços, porquê bares e restaurantes, nas regiões produtoras no ano pretérito. O resultado foi superior ao da média pátrio, conforme o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), indicador da empresa de cartões com base nas transações que passam pelas maquininhas, levantadas a pedido do Estadão.

Segundo o indicador, as vendas nacionais nominais (sem descontar inflação) recuaram 10,4% em 2020, efeito do baque da covid-19. Já as 20 cidades líderes da produção agropecuária tiveram subida de 6,2% em relação a 2019. A diferença se manteve em 2021, com subida acumulada de 7,2% até maio, na média pátrio, na presença de salto de 18,4% nos municípios agrícolas. “Se não tivesse a pandemia, o desenvolvimento das vendas nas cidades do agronegócio teria sido ainda melhor? Talvez, mas, mesmo com a pandemia, o desempenho nelas é melhor do que no País porquê um todo”, afirma Pedro Lippi, dirigente de Lucidez da Cielo.

O movimento do agronegócio na economia regional se dá de diferentes formas, segundo especialistas. Produtores e empregados das fazendas gastam no negócio, nos restaurantes e nos salões de formosura das cidades próximas. Fabricantes de maquinário instalam escritórios comerciais e contratam vendedores – que também consomem no varejo. Vegetais de beneficiamento da agroindústria, porquê usinas de etanol e frigoríficos, geram empregos industriais, incrementando mais a demanda.

“O uso da renda que sobra depois dos investimentos no próprio setor vai movimentar a região, incluindo os demais setores. O agronegócio pode fabricar tarefa nos serviços na medida em que gera consumo”, diz o professor Geraldo Barros, coordenador do Meio de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Lavra Luiz de Queiroz (Esalq) da USP.





Nascente Notícia -> :Fonte Notícia


Todos os direitos Reservados   © - 2021| Hospedado em: Hospedeme  Rss Facebook Siga-me no Twitter You Tube
Desenvolvimento F7 Sistemas
Pinterest