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Sinceridade de MEIs aumenta 7% em Minas


Levantamento realizado pelo Serviço de Pedestal às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais (Sebrae Minas) aponta que o primeiro semestre de 2021 apresentou resultado positivo na buraco de empresas e algumas atividades tiveram incremento 82%, se comparado com o mesmo período do ano pretérito, conforme base de dados da Receita Federalista.

A instituição enumerou as atividades que mais foram criadas de concordância com o porte da empresa e detectou que há grandes diferenças entre microempreendedores individuais (MEIs) e micro e pequenas empresas.

Entre os MEIs, os restaurantes e outros estabelecimentos de serviços de alimento e bebidas foram os que apresentaram os maiores incrementos. De conciliação com Sebrae Minas, houve um aumento de 7% (11.470) se comparado com o mesmo período de 2020. Enquanto no primeiro semestre do ano pretérito, 137.302 MEIs se formalizaram nesse segmento, nesse mesmo período deste ano foram 148.772.

A crítico de lucidez do Sebrae Minas, Bárbara Castro, avalia que os setores que mais tiveram destaque no Estado representam as atividades, que, de certa forma, não sofreram tanto impacto da pandemia da Covid-19.

“O setor de alimento e bebida apresenta um poderoso prolongamento e está entre os menos impactados durante a crise sanitária. Os empreendedores apostaram nesse segmento, mesmo com as restrições de funcionamento dos estabelecimentos e esses negócios já nasceram com alternativas de acessibilidade aos clientes”, explica.

Em 2020, em razão da pandemia, a compra alimento e bebidas por meio da web, porquê aplicativos e e-commerce, tornou-se um novo hábito para muitos consumidores, o que acabou estimulando uma ingressão grande de microempreendedores individuais nesse ramo.

Entre os MEIs também cresceu em mais de 83% o número de formalizações na atividade de preparação de documentos e serviços especializados de pedestal administrativo não especificados anteriormente, que pode ter sido estimulada pelo aumento de exórdio de empresas em todo o Brasil.

“As vendas on-line foi o grande diferencial para o empreendedor tanto de pequeno e micro negócio quanto dos MEIs. Esse foi o conduto que mais deu preâmbulo para que os empreendedores se sentissem estimulados a regularizarem os negócios e a investirem neste ramo. Aliás, outro ponto que estimulou a procura pelas MEIs foi o aumento do desemprego, fazendo com que as pessoas procurassem alternativas de sustento”, pontua Bárbara Castro.

Além dos restaurantes e os estabelecimento que trabalham com mantimentos e distribuição de bebidas, outros setores que tiveram bons resultados em Minas foram o negócio varejista de artigos do vestuário e acessórios com 10.977 MEIs, 6% do totalidade, e cabeleireiros e outras atividades de tratamento de formosura com 10.867 MEIs, também com aproximadamente 6% do totalidade.

De conciliação com o levantamento feito pelo Sebrae Minas, a orifício de empresas no primeiro semestre de 2021 foi a maior se comparada com os mesmos períodos de 2015 até levante ano. Conforme dados da Receita Federalista, foram criadas, somente nos seis primeiros meses deste ano, 2,1 milhões de pequenos negócios. O número é 35% superior ao registrado no mesmo período do ano pretérito e praticamente o duplo das empresas criadas em 2015.

Desemprego – Bárbara Castro avalia que, mesmo com esse incremento positivo, devido ao progressão da vacinação e a melhora da economia, ainda é cedo para qualificar se esses números de MEIs ainda podem aumentar até o término deste ano.

“Muitos desses MEIs e dos pequenos e micro negócios nasceram devido ao cimalha número de desempregados e da queda da renda. Agora, precisamos observar se caso haja uma elevação nas contratações, os empreendedores voltem para os empregos formais e decidem parar de empreender. Ainda não podemos declarar o que pode sobrevir. Acredito que o Brasil não tenha o risco de uma novidade vaga da pandemia com o versão Delta porquê em outros países, mas ainda é cedo para falar sobre retomada do ocupação”, analisa.

A microempreendedora Beatriz Cristina Santos, de 33 anos, moradora de Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), investiu o moeda das indenizações trabalhistas recebidas em uma pequena empresa de entrega de bebidas. “No início, a teoria era penetrar uma distribuidora de bebidas finas, mas porquê tudo estava fechado devido a pandemia, eu resolvi mudar o direcionamento da loja para um delivery de bebidas”, ressalta.

Além da loja física, a empreendedora divulgou a marca na internet e criou uma pequena frota de motociclistas para fazer as entregas. “Eu não tive escolha. Trabalhava porquê fisioterapeuta em uma clínica de reparação e preciso remunerar minhas contas. Essa teoria foi do meu pai e arriscamos. Estamos com quatro motociclistas, fazemos a entrega na região e a loja é cá na garagem do meu pai, na verdade, na ex-garagem”, detalha Beatriz Santos.

Em seguida ano e três meses do empreendimento registrado, ela avalia que fez a melhor escolha. “Garanti o sustento dos meus pais, que dependem de mim, e consegui, até agora, manter as contas em dia. Já disse ao meu pai, que quando conseguir o tarefa de fisioterapeuta de volta, a empresa será de responsabilidade dele”, brinca.



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