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Nossa lei sobre extradição é mais restritiva que a alemã

Consta que Eike Batista já está tomando providências para voltar ao Brasil. Será recluso logo que puser o pé solo brasiliano. A rigor, um policial pode escoltar o voo e lhe dar voz de prisão tão logo a aeroplano entre no espaço airado brasiliano. S temor, ainda presente, enquanto não se confirma a viagem, é [...]

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Operador do esquema de Cabral entra na lista da Interpol

A Polícia Federal incluiu Francisco de Assis Neto, o Kiko, na disseminação vermelha da Interpol. Alvo de um dos mandados de prisão da Operação Eficiência, a exemplo de Eike Batista, ele está viajando para o exterior e, a partir de agora, é considerado fugido da Justiça brasileira. De consonância com a investigação, Kiko é um [...]

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Trump é um republicano com pés no pavimento. E as mãos também

Ficou famosa a frase do chanceler Afonso Arinos sobre Jânio Quadros: “Jânio na Presidência era a UDN de porre”. E há um complemento: “Nós deveríamos tê-lo trancado no banheiro”. Sim, a síntese é perfeita. Sem incerteza, o banheiro lhe cairia muito — mas jogando a chave fora. Lembro de um populista vulgar no Brasil ao [...]

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A vitória de Trump e o término Opera Mundi A eleição de Donald Trump faz secção de uma série de grandes revoltas políticas que, juntas, sinalizam o colapso da preeminência neoliberal. Elas incluem a votação pelo Brexit, no Reino Unido, a repudiação das reformas do logo -ministro Matteo Renzi, na Itália, a campanha de Bernie Sanders pela nomeação porquê candidato do Partido Democrático, nos Estados Unidos, e o crescente base à direitista Frente Nacional francesa, dentre outras. Embora sejam diferentes ideologia e objetivos, estas insurreições eleitorais compartilham a mesma meta: todas elas rejeitam a globalização corporativa, o neoliberalismo e o establishment político que os promove. Em todos estes casos, os eleitores disseram “Não!” à combinação mortal de austeridade, livre negócio, débito predatório e pregos precários e mal pagos, elementos que caracterizam o capitalismo financeiro dos dias atuais. Seus votos são uma resposta à crise estrutural desta forma de capitalismo, que se tornou patente a partir do colapso quase totalidade da ordem financeira mundial 2008. Até recentemente, no entanto, a principal resposta à crise foi o protesto popular – dramático e intenso, certamente, mas grande medida efêmero. Os sistemas políticos, contraste, pareceram relativamente imunes, sendo ainda controlados por funcionários partidários e pelas elites do establishment, ao menos Estados capitalistas poderosos, porquê os Estados Unidos, o Reino Unido e a Alemanha. Hoje, porém, o impacto eleitoral reverbera todo o mundo, incluindo as grandes capitais financeiras do mundo. Os que votaram Trump, assim porquê os que votaram pelo Brexit e contra as reformas na Itália, revoltaram-se na verdade contra os grandes donos da política. Torcendo o nariz para o establishment partidário, repudiaram o sistema que erodiu sua qualidade de vida ao longo dos últimos 30 anos. A surpresa não é que tenham feito isso, mas que tenham demorado tanto tempo. Ainda assim, a vitória de Trump não é unicamente uma revolta contra as finanças globais. S que seus eleitores rejeitaram não foi simplesmente o neoliberalismo, mas o neoliberalismo progressista. A frase pode tanger porquê um oxímoro, mas é um alinhamento político real e perverso que explica os resultados da eleição setentrião-americana e, talvez, alguns dos desenvolvimentos políticos outras partes do mundo. Nos EUA, o neoliberalismo progressista é uma associação entre, de um lado, correntes majoritárias dos novos movimentos sociais (feminismo, antirracismo, multiculturalismo e direitos LGBT) e, do outro lado, um setor de negócios fundamentado serviços com sobranceiro poder “simbólico” (Wall Street, o Vale do Silício e Hollywood). Nesta associação, as forças progressistas se unem às forças do capitalismo cognitivo, mormente à “financeirização”. Embora involuntariamente, o oferece ao segundo o carisma que lhe falta. Ideais porquê flutuação e poderamento, que poderiam princípio servir a diferentes fins, hoje dão clarão a políticas que destruíram a indústria e tudo aquilo que antes fazia secção da vida da classe média. S neoliberalismo progressista foi desenvolvido nos Estados Unidos ao longo das três últimas décadas, tendo sido ratificado pela eleição de Bill Clinton 1992. Clinton foi o principal arquiteto e padroeiro dos ideais dos “Novos Democratas”, o equivalente americano do “Novo Trabalhismo” de Tony Blair. No lugar da coalização à la New Deal entre trabalhadores sindicalizados do setor industrial, afro-americanos e classes médias urbanas, Clinton forjou uma novidade confederação entre presários, a classe média dos subúrbios, novos movimentos sociais e juventude, levando-os a proclamar juntos sua boa fé moderna e progressista, sua aprovação da multiplicidade, do multiculturalismo e dos direitos das mulheres. Ao mesmo tempo que apoiava estas ideais progressistas, o governo Clinton cortejava Wall Street. Entregando a economia à Goldman Sachs, ele desregulou o sistema bancário e negociou acordos de livre negócio que aceleraram o processo de desindustrialização. Isso significou o término do cinturão da ferrugem (o “Rust Belt”), outrora a maior fortaleza da democracia social do New Deal, que corresponde à região que na última eleição entregou a vitória a Donald Trump. S cinturão, assim porquê os novos centros industriais do sul, sofreu um grande baque à medida que a financeirização se desenvolveu ao longo das últimas duas décadas. Continuadas por seus sucessores, incluindo Barack Obama, as políticas de Clinton degradaram as condições de vida de toda a classe trabalhadora, mas mormente a dos funcionários do setor industrial. Em suma, o clintonismo carrega uma grande parcela de culpa pelo extenuação dos sindicatos, pela queda dos salários reais, pela crescente precariedade das condições de trabalho e pelo surgimento da família com dois provedores. Leia também: Uma explicação profunda para o fenômeno Donald Trump Não busquem culpados pela vitória de Donald Trump Bernie Sanders surpreende e revela disposição para ajudar Donald Trump As 7 propostas que explicam a vitória de Donald Trump Donald Trump preocupa menos que Michel Temer Donald Trump representa um mal menor que Hillary Clinton? Acompanhe Pragmatismo Político no Twitter e no Facebook S A vitória de Trump e o término do neoliberalismo progressista Pragmatismo Político. Fonte:Pragmatismo Político

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5G deve gerar 22 milhões de empregos e produzir até US$12,3 trilhões em bens e serviços até 2035

A Qualcomm anunciou um estudo comissionado por sua subsidiária Qualcomm Technologies, The 5G Economy, que examina o potencial impacto econômico e social do 5G todo o mundo. S estudo foi levado conjuntamente pelas presas de pesquisa IHS Markit, PSB e o pelo economista renomado Professor Dr. David Teece, diretor do Tusher Center na Haas School of [...]

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STF pode perder braço recta de Zavascki e registo vivo da Lava-Jato

A ministra Carmem Lúcia passou boa secção da tarde desta segunda-feira – dia de trabalho em seguida o término do luto solene pela morte de Teori Zavascki, no gabinete do ministro, de o clima é de desolação. Uma das principais preocupações da ministra é gerar condições para que permaneçam no tribunal os juízes auxiliares responsáveis [...]

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Sephora selecionará empreendedoras brasileiras para aceleração

A francesa Sephora, uma das maiores redes de cosméticos do mundo, acaba de penetrar inscrições para seu programa de aceleração. S Sephora Accelerate selecionará preendedoras que tenham soluções para o setor de formosura de todos os países que têm filiais na América. Serão selecionadas 10 presas dos Estados Unidos, Canadá, México e Brasil. Este é o segundo [...]

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País na Marcha para o Oeste lícito! Há xerifes e bandidos

S país está mesmo da pá viradela. Já experimentamos um padrão institucional mais rebaixado e vivemos dias mais perigosos. Mas a desordem conceitual era menor. E isso só aumenta um tanto o meu temor pelo horizonte. Está curso uma espécie de Marcha para o Oeste lítico, com o consequente faroeste. E há personagens para todos [...]

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Odebrecht pagará à República Dominicana US$ 184 milhões por escândalo de propinas

Sede da construtora Odebrecht Lima, no Peru (Foto: Germán Falcón/EFE)   A Odebrecht se comprometeu a remunerar US$ 184 milhões porquê compensação financeira à República Dominicana, o duplo do que disse ter distribuído propinas para conseguir contratos milionários no país, anunciou nesta sexta-feira o procurador-universal, Jean-Alain Rodríguez. saiba mais Temer diz que não alongará preventivamente [...]

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Será que o ministro Teori foi vítima de um atentando?

Vamos lá. G evidente que eu não pretendo cá dar “a” resposta e racontar toda “a” verdade. G preciso que se investiguem as causas do acidente. Tenho dois amigos que são pilotos. Dadas as informações de que já dispõem — e a categoria sempre sabe tudo antes dos seres mais terrenos… —, apostam falta humana. [...]

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